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Biografia

Joaquim da Rocha Peixoto Magalhães nasce a 3 de Maio de 1909, na Freguesia da Sé, no Porto. Inicia o seu percurso escolar nas Escolas Primárias de Massarelos (Porto) e S. Martinho de Sande (Marco de Canaveses).No ensino secundário, frequenta o Colégio Francês e o Liceu Rodrigues de Freitas, ambos no Porto. Os estudos universitários são realizados na Faculdade de Letras do Porto, entre 1926 e 1930, ano em que conclui a Licenciatura em Filologia Românica, com 16 valores.


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Em Outubro de 1931, faz concurso para admissão ao estágio pedagógico para a docência do grupo de Português e Francês no Liceu Normal de Coimbra. Em Junho de 1933, conclui o exame de Estado, no Liceu Normal Pedro Nunes, de Lisboa, com a classificação profissional de 17 valores. Professor provisório na Escola Comercial Oliveira Martins do Porto, lecciona no Colégio de S. Luís, em Espinho, e no Internato de Sernache do Bom Jardim. No ano escolar de 1933/34, é colocado no Liceu João de Deus, como professor agregado, e efectiva-se no Liceu Jaime Moniz, no Funchal, onde lecciona no ano de 1934/35. Em Faro, é professor efectivo de Português e Francês de 1935 a 1974, ocupando em simultâneo outros cargos, nomeadamente os de Director de Classe e de Ciclo, Secretário, Vice Reitor e Reitor (de 1968 a 1974). Com o 25 de Abril de 1974, é o primeiro Presidente do Conselho Directivo da gestão democrática. Cumpre missões de serviço em elaboração de pontos de exame e de aprovação de livros escolares de Português e Francês.


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Orienta, durante dezoito anos, actividades de preparação de récitas de teatro, com representação de obras de Gil Vicente, António José da Silva, Almeida Garret, Camilo Castelo Branco, Júlio Dinis, Ramada Curto, Moliére e dirige primeiras ensaios de jornalismo escolar.

Adepto da causa republicana, é do grupo fundador do Círculo Cultural do Algarve, do qual viria a ser presidente de 1943 a 1970. Ajuda à criação da Aliança Francesa de Faro, de que é o último presidente. É um dos fundadores do Cine Clube de Faro e do Conservatório Regional do Algarve, a cujo Conselho Administrativo preside ao longo de catorze anos. É Vice Provedor e Provedor da Misericórdia de Faro. Ajuda à fundação e é o primeiro presidente da Associação de Pais e Amigos das Crianças Deficientes Mentais. Exerce o cargo de presidente da Mutualidade Popular e Procurador à Câmara Corporativa, em 1973/74, em representação das Associações de Socorros Mútuos do Sul do Tejo.

 

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Colabora, activamente, na imprensa regional em Faro, Loulé, Tavira e Vila Real de Santo António. Profere centenas de conferências, palestras e recitais no Liceu de Faro, em outras escolas da região e em associações recreativas do Algarve, Lisboa, Porto, Évora, Setúbal e Funchal. No ano de 1991, é atribuído o seu nome à Escola C+S, n.º 2, de Faro. Ajuda a publicar e a divulgar o poeta António Aleixo, considerado figura de relevo na literatura portuguesa contemporânea. Publica trabalhos sobre João de Deus, Emiliano da Costa, Cândido Guerreiro, Bernardo Passos, Teixeira Gomes, e, principalmente, António Aleixo. Em 1996, publica a sua primeira obra de poesia: Pretérito Imperfeito – Quadras e Líricas.


É distinguido com o galardão de grau prata da Câmara Municipal de Tavira, no ano de 1991, e com o de grau ouro da Câmara Municipal de Faro, em 1984. É condecorado com a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique, em 1995.